
Política | 13 de Março de 2025
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) expressou, na manhã desta quinta-feira, a sua preocupação com a crescente insegurança no leste da República Democrática do Congo (RD Congo), provocada pelo grupo armado M23, especialmente nas cidades de Bukavu e Goma.
A posição foi apresentada pelo Presidente em Exercício da SADC, Emmerson Mnangagwa, durante a abertura da Cimeira Extraordinária do órgão de Segurança, realizada de forma virtual.
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Falando a partir de Harare, Mnangagwa apelou aos países-membros para participarem num plano de diálogo inclusivo, com o objetivo de restaurar a paz e a estabilidade na região.
A reunião decorre à porta fechada e conta com a presença do Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, que também irá intervir sobre a segurança na região.
Outros líderes africanos, incluindo Cyril Ramaphosa (África do Sul), Samia Hassan (Tanzânia), Félix Tshisekedi (RD Congo), João Lourenço (Angola), Hakainde Hichilema (Zâmbia) e Andry Rajoelina (Madagáscar), além de representantes do Reino de Eswatini, Lesoto e Namíbia, também participam do encontro.
Mnangagwa destacou que a cimeira tem como objetivo principal avaliar a situação no leste do Congo e encontrar um caminho urgente para a pacificação e o cessar-fogo.
O líder zimbabueano reafirmou ainda o compromisso da SADC em promover o diálogo inclusivo para alcançar uma paz duradoura na região.
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Fonte: Jornal Notícias