
Nos últimos dias, as redes sociais foram tomadas por uma avalanche de posts com a frase “Trump está morto”. A suposta morte do ex-presidente norte-americano e atual chefe de Estado dos EUA transformou-se numa febre digital, mas a verdade é só uma: Donald Trump continua vivo.
Tudo começou após declarações vagas do vice-presidente J.D. Vance, quando afirmou estar preparado para assumir em caso de “tragédia”. Nas entrelinhas, muitos interpretaram isso como uma mensagem subliminar de que algo grave teria acontecido ao presidente.
Somando-se a isso, imagens recentes de Trump com hematomas nas mãos e tornozelos inchados alimentaram ainda mais a especulação. Nas redes, bastou um “detalhe fora do normal” para transformar uma simples aparição de saúde em “prova de óbito”.
A ausência de Trump em eventos públicos nos últimos dias foi gasolina no fogo. Quando o poder se cala, a rua fala e foi exatamente isso que aconteceu.
O resultado? Uma onda de teorias conspiratórias, piadas de mau gosto e até profecias dos Simpsons, novamente apontados como “visionários” do futuro
Apesar do espetáculo, fontes oficiais norte-americanas confirmam: Trump está em boa saúde, ativo e a trabalhar normalmente. As contusões visíveis foram atribuídas ao uso de aspirina e a cumprimentos constantes, sem qualquer ligação a doenças graves.
Ou seja, a morte de Trump não passou de mais um “death hoax” uma moda mórbida que, em tempos de desinformação, encontra terreno fértil nas redes.
O caso mostra como, na era digital, uma frase lançada no ar é capaz de gerar histeria coletiva. O rumor sobre a morte de Trump é falso, mas expõe uma realidade perigosa: vivemos num mundo onde o boato tem mais força que a verdade.
Enquanto isso, Trump segue vivo e, goste-se ou não, continua a ser o político mais falado do planeta.
O resultado? Uma onda de teorias conspiratórias, piadas de mau gosto e até profecias dos Simpsons, novamente apontados como “visionários” do futuro
Apesar do espetáculo, fontes oficiais norte-americanas confirmam: Trump está em boa saúde, ativo e a trabalhar normalmente. As contusões visíveis foram atribuídas ao uso de aspirina e a cumprimentos constantes, sem qualquer ligação a doenças graves.
Ou seja, a morte de Trump não passou de mais um “death hoax” uma moda mórbida que, em tempos de desinformação, encontra terreno fértil nas redes.
O caso mostra como, na era digital, uma frase lançada no ar é capaz de gerar histeria coletiva. O rumor sobre a morte de Trump é falso, mas expõe uma realidade perigosa: vivemos num mundo onde o boato tem mais força que a verdade.
Enquanto isso, Trump segue vivo e, goste-se ou não, continua a ser o político mais falado do planeta.